NARCOTRáFICO – 1° ANO – LEITURA , REFLEXÃO E DEBATE 29 DE JULHO 09

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NARCOTRáFICO – 1° ANO – LEITURA , REFLEXÃO E DEBATE 29 DE JULHO 09

Mensagem  Professor IRAN em Qua Jul 29 2009, 16:48

NARCOTRáFICO – 1° ANO – LEITURA , REFLEXÃO E DEBATE 29 DE JULHO 09
“O processo de redemocratização criou no Brasil, e particularmente no Rio de Janeiro, uma falsa dicotomia entre a defesa da ordem pública e a defesa dos Direitos Humanos, como se não fossem, ambos, parte do mesmo processo civilizatório. A ditadura acabou desmoralizando a autoridade, que passou a ser sinônimo de truculência.

Para se enfrentar marginais diz, “além das ações de Inteligência e de ocupação do Estado nas áreas que se tornaram fortalezas do tráfico, é preciso o combate direto, pois são altamente armados e ainda manipulam as comunidades e a opinião pública.

Dá um exemplo: na operação na Favela da Coréia, a polícia apreendeu a contabilidade do tráfico e descobriu que as “tias”, senhoras tidas como respeitáveis na comunidade, estavam na folha de pagamento dos traficantes para prestar serviços como dar depoimentos em delegacias atestando a condição de “trabalhadores” dos traficantes e denunciar à Imprensa abusos nas ações policiais.

“Isso mostra o grau de contaminação e domínio do tráfico” que, acrescenta, atinge o contingente policial.“O combate direto com o bandido é a preliminar, mas trabalhamos também com o expurgo dos corruptos, com ações de intolerância a quaisquer infrações da cidade: transporte ilegal, prostituição, invasões de sem-teto, tudo”.

Sem ajuda federal, entretanto, Cabral não acredita que dê conta. Insistirá na colaboração do Exército e já nesta quarta-feira (24/10/2007) vai aproveitar um encontro com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, para retomar o assunto.

Pesquisa

Logo após a invasão do Complexo do Alemão, em julho de 2007, quando morreram 19 pessoas, segundo a polícia, todos bandidos (há controvérsias), o Palácio da Guanabara encomendou pesquisa e obteve o seguinte resultado: 83% foram a favor e 11% contra a operação.

Destes, 87% disseram-se favoráveis à extensão das ações a outras favelas, 73% consideraram as invasões eficazes; 56% apoiariam e 37% não concordariam se a polícia agisse perto de suas casas e pondo em risco a segurança de suas famílias; 62% acham necessários os confrontos mesmo ao custo de mortes de inocentes (34% não apóiam, nesta hipótese) e 60% não acham que bandidos “executados sem julgamento” seja um atentado aos Direitos Humanos, embora 34% considerem sim uma agressão injustificada.

O intuito foi medir o grau de saturação dos habitantes dos bolsões controlados pelo narcotráfico e, pelos números, constata-se o óbvio: há um clamor por direito á vida e à liberdade.

Professor IRAN
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Territórios marginais Narcotráfico

Mensagem  Iran em Qua Jul 29 2009, 18:57

O tráfico de entorpecentes atingem toda a sociedade, não só nas grandes como nas pequenas cidades de vários pontos
do estado do Paraná e do Brasil. As áreas de fronteiras entre o Brasil e vários países latinos americanos são muito extensas, o que dificulta o controle e fiscalização pela polícia Federal e outros órgãos sobre este nefasto comércio ilegal.
As drogas, ao atingirem os pontos de comercialização, proliferam de tal maneira que os traficantes disputam territórios
onde conseguem atingir o seu público consumidor. Os órgãos de defesa civil do estado do Paraná tem combatido este
crime de forma que estimula a própria população a fazer denúncias anônimas sobre os pontos de venda.

Iran
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